Essa frase de Jesus, pronunciada ao grupo religioso dos saduceus, tornou-se bastante conhecida e utilizada nas pregações cristãs desde os tempos antigos. O texto registrado em Mateus 22:29 tornou-se uma das grandes frases para incentivar o povo cristão ao estudo bíblico afim de alcançar o pleno conhecimento da verdade (1Tm 2:4).
Que bom seria se todos os "cristãos" ao longo da história tivessem aprendido a lição dessa frase do Senhor. Após quase dois mil anos de era cristã talvez ainda estaríamos cumprindo o pedido de Jesus ao Pai (Jo 17:21), vivendo a unidade em pensamento, parecer e procedimento (1Co 1.10) baseando-se inteiramente nas Escrituras Sagradas ao invés de dar lugar a filosofias e revelações humanas.
Por outro lado, os discípulos fiéis do Senhor Jesus, aqueles que se submetem à Sua autoridade, com certeza ainda estão vivendo essa unidade, dedicando-se ao estudo e aprendizado das Escrituras, evitando erros que levam à perdição e desvio da Verdade já revelada (Jd 3; 2Pe 1:3).
Estudar a Palavra de Jesus é uma das formas como o discípulo demonstra amor por Deus: "Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu ENTENDIMENTO." (Mt 22:37). Em outras palavras: QUEM AMA, ESTUDA!
Não perca a oportunidade de aprender a Palavra Verdadeira de Deus!
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
quarta-feira, 29 de julho de 2015
domingo, 28 de junho de 2015
Cursos Bíblicos por correspondência!
Receba as aulas gratuitamente e aproveite a comodidade de estudar sem sair de casa!
Agora ninguém tem desculpa para não aprender a Bíblia.
sábado, 13 de junho de 2015
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Jesus, o incansável trabalhador (Jo 14.1-6)
Nesse
trecho do evangelho de João, vemos mais um relato do Jesus que nunca
para de trabalhar a nosso favor. O capítulo 13, que também
apresenta o Mestre trabalhando e servindo, termina com as afirmações que
Jesus em breve partiria. Por isso os primeiros versos do capítulo 14
trazem palavras de consolo de Jesus, as quais foram (e ainda são)
importantíssimas para os seguidores que vez ou outra se sentirão
sozinhos. O ânimo oferecido por Jesus para esses nossos momentos de
solidão está justamente no fato de que Ele não para de trabalhar a
nosso favor, sendo nesse trecho específico, o trabalho de preparação
da morada celestial para nos acolher eternamente. Esse discurso de
“vai dar tudo certo” em certos aspectos se parece com os dizeres
de nossos “amigos” que não querem ter trabalho nos ajudando. Mas
Jesus é sincero e sempre fala a verdade, podemos acreditar quando
Ele afirma “se não fosse assim, eu vos teria dito”.
Jesus
trabalhou desde o princípio da criação, estava trabalhando em seu
ministério, trabalhou naquela noite do jantar da páscoa, partiria
trabalhando sacrificialmente na cruz, trabalha agora na morada
celestial e voltará para completar a última fase do seu trabalho,
tomando seus seguidores com ele e levando-os para que não haja mais
separação entre Mestre e discípulos. Ufa! Quanto trabalho nosso
Senhor executa e como ficam leves as nossas cargas quando as
dividimos com Ele.
Ainda
que por vezes ficamos confusos como Tomé, tentando resolver sozinhos
os nossos conflitos internos e externos, Jesus estende a mão e
aceita mais um trabalho, levando-nos com ele ao melhor de todos os
destinos.
Jesus
trabalha para o nosso consolo. Foi essa a mensagem da cruz: Ele fez
todo o trabalho pesado, impossível a qualquer um de nós, para agora
andarmos em esperança e novidade de vida. Somente se somarmos nossas
forças com Jesus, o incansável Trabalhador, superaremos a solidão
e a confusão e descansaremos com Ele eternamente ao lado de Deus.
quinta-feira, 14 de maio de 2015
Uma aula com aplicação para toda a Bíblia
Venha aprender princípios de exegese e hermenêutica através de um estudo contextual da 2ª carta de João.
Vamos mergulhar no texto bíblico e extrair grande parte dos ensinos deixados nesses 13 versículos.
Essas técnicas ajudarão você a compreender corretamente as Escrituras.
Dia 13/06, à partir das 18h
O endereço da escola é Rua dos Vianas, 2154 - Bairro Baeta Neves - SBC
terça-feira, 12 de maio de 2015
Em que você apoia a sua fé?
Um dos mais tristes relatos de idolatria no Antigo Testamento está registrado em Êxodo 32. Nesse episódio, quando o povo construiu para si um bezerro de ouro, Moisés estava no alto do monte Sinai recebendo de Deus as instruções e os mandamentos da Lei que regeria o povo israelita até a vinda do Messias. Moisés permaneceu 40 dias no monte e o povo imaginou que ele havia desaparecido, por isso pediram a Arão, o irmão de Moisés e segundo na liderança do povo, que construísse uma imagem de um deus para que todos o adorassem.
Não por acaso Arão construiu um bezerro. Foi com o sangue de animais que os primogênitos dos hebreus foram poupados da morte quando Deus enviou a última praga sobre o Egito (Ex 12). O cordeiro usado no Egito como símbolo profético do sacrifício de Cristo, tornou-se instrumento de idolatria. Que triste!
Trazendo essa questão para nossos dias, vemos um mundo religioso cada vez mais idólatra. A chamada igreja protestante (evangélicos em geral) que se gabou por séculos de não ser idólatra como seus antigos modelos da igreja romana, hoje se vê mergulhada numa onda pagã de símbolos e objetos para estimular a fé de seus seguidores.
Tijolinhos, lenços, meias, fronhas de travesseiros, óleos, miniaturas da arca da aliança, saquinhos de areia, pétalas de rosas, frascos de água do rio Jordão... são apenas alguns dos muitos objetos que a igreja pagã protestante tem utilizado como alicerce de fé para seus adeptos.
E você, onde tem apoiado a sua fé?
O escritor da carta aos hebreus nos ensina com toda a inspiração divina a “fitar os olhos em Jesus, o autor e consumador da nossa fé...” (Hb 12.2). Quem apoia sua fé em símbolos é como uma criança que precisa da Lei para andar no caminho de Deus (Hb 10.1; Gl 3.23ss). Porém o Pai nos chama para sermos adultos, não olhando através de símbolos, mas através de Seu próprio Filho, o resplendor da sua glória e a expressa imagem do seu Ser (Hb 1.3).
“...deixemos de lado todo o embaraço que tão de perto nos rodeia, e corramos com perseverança a carreira que está proposta, fitando os olhos em Jesus, o autor e consumador da nossa fé...” (Hb 12.1-2a).
Não por acaso Arão construiu um bezerro. Foi com o sangue de animais que os primogênitos dos hebreus foram poupados da morte quando Deus enviou a última praga sobre o Egito (Ex 12). O cordeiro usado no Egito como símbolo profético do sacrifício de Cristo, tornou-se instrumento de idolatria. Que triste!
Trazendo essa questão para nossos dias, vemos um mundo religioso cada vez mais idólatra. A chamada igreja protestante (evangélicos em geral) que se gabou por séculos de não ser idólatra como seus antigos modelos da igreja romana, hoje se vê mergulhada numa onda pagã de símbolos e objetos para estimular a fé de seus seguidores.
Tijolinhos, lenços, meias, fronhas de travesseiros, óleos, miniaturas da arca da aliança, saquinhos de areia, pétalas de rosas, frascos de água do rio Jordão... são apenas alguns dos muitos objetos que a igreja pagã protestante tem utilizado como alicerce de fé para seus adeptos.
E você, onde tem apoiado a sua fé?
O escritor da carta aos hebreus nos ensina com toda a inspiração divina a “fitar os olhos em Jesus, o autor e consumador da nossa fé...” (Hb 12.2). Quem apoia sua fé em símbolos é como uma criança que precisa da Lei para andar no caminho de Deus (Hb 10.1; Gl 3.23ss). Porém o Pai nos chama para sermos adultos, não olhando através de símbolos, mas através de Seu próprio Filho, o resplendor da sua glória e a expressa imagem do seu Ser (Hb 1.3).
“...deixemos de lado todo o embaraço que tão de perto nos rodeia, e corramos com perseverança a carreira que está proposta, fitando os olhos em Jesus, o autor e consumador da nossa fé...” (Hb 12.1-2a).
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