Esse foi o teor de grande parte das repreensões do apóstolo Paulo durante o primeiro século d.C..
Os judeus carregaram o peso da Lei por ±1500 anos, e nem mesmo eles conseguiram suportá-lo (At 15.10).
A morte de Jesus foi um grande alívio para os judeus que enxergaram que Ele encerrou a Lei encravando-a na cruz (Cl 2.14). Assim também foram eliminados todos os seus rituais. Segundo Paulo, a Lei serviu (e serve) para aqueles que são crianças na fé (Gl 3.23-25). Isso porque a Lei não justifica ninguém, mas apenas ressalta aos olhos humanos o grande problema do pecado.
Se o ensino do Novo Testamento é tão claro no combate às práticas da Lei, porque tantas "igrejas" e "pastores" sentem prazer em restaurar esses elementos incompletos que trazem à memória a Lei e a cultura judaica?
"Igrejas" modernas possuem em seus "templos" cópias dos utensílios do tabernáculo. Arcas da Aliança, candelabros, trombetas, etc... Tudo isso parece ser o princípio de uma adoração pagã voltada às coisas visíveis, ou seja, é crença e não FÉ verdadeira.
Não orgulhe-se desses rituais rudimentares (Gl 4.8-10). Ao contrário, sinta vergonha se essas práticas são comuns em sua "igreja". Após a morte de Jesus, o povo de Deus são os discípulos de Cristo (1Pe 2.9) e os judeus que não creram no Messias perderam sua parte nas promessas feitas a Abraão (Jr 5.23-31).
SEJAMOS SIMPLESMENTE CRISTÃOS!!
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
domingo, 18 de janeiro de 2015
Septuaginta: a primeira tradução das Escrituras
A história tradicional da tradução do Antigo Testamento para o grego é relatada na Carta de Aristéias ao seu irmão Filócrates. Ptolomeu II do Egito (285-246 a.C.) desejava que todas as obras literárias fossem traduzidas para o grego. Assim, enviou uma carta ao bibliotecário real, Demétrio de Fálaro, autorizando-o a coletar, por meio de cópia ou aquisição, todos os livros do mundo. Também escreveu uma carta para Eleazar, o sumo sacerdote em Jerusalém, requisitando seis anciãos de cada tribo, num total de setenta e dois homens, que tivessem vida exemplar e fossem eruditos na lei, para traduzir o AT para o grego. Chegando a Alexandria (Egito), os tradutores foram recebidos pelo rei com um banquete magnífico e, depois, enclausurados numa casa à beira-mar na ilha de Faros.
A tradução, feita sob direção de Demétrio, foi completada em setenta e dois dias. Quando a comunidade judaica de Alexandria se reuniu para ouvir a leitura na nova versão, Demétrio e os tradutores receberam louvores profusos e uma maldição foi pronunciada contra qualquer um que alterasse o texto, quer por acréscimo, transposição ou omissão. A obra foi lida para o rei e, de acordo com a Carta de Aristéias, ele se maravilhou com a mente do legislador. Em seguida, os tradutores foram enviados de volta à Jerusalém com presentes para si e para o sumo sacerdote, Eleazar.
Gerações posteriores enfeitaram a história. No século I d.C., Filo de Alexandria escreveu que os textos dos tradutores concordavam rigorosamente entre si, comprovando que a versão para o grego havia sido diretamente inspirada por Deus. Essa tradução foi chamada de "Septuaginta", do termo em latim para "setenta".
O patronato de Ptolomeu II pode ser observado na própria Septuaginta. Ao relacionar os animais impuros, os tradutores tiveram o cuidado de não usar o termo comum em grego para "lebre" (lagos) - o apelido do pai de Ptolomeu II - e o substituíram por "leitão" em Levítico 11.6 e "dasúpoda" em Deuteronômio 14.7. Posteriormente, a versão grega traduzida por Áquila não teve nenhuma restrição no uso do termo "lebre".
É provável que a história real das origens da Septuaginta tenha sido diferente daquela relatada na Carta de Aristéias. Depois de vários séculos vivendo no Egito, muitos judeus começaram a esquecer o hebraico. A princípio, foram improvisadas traduções orais da lei para o grego que,posteriormente, foram registradas por escrito. É provável, portanto, que a Septuaginta tenha sido traduzida por várias pessoas entre os séculos III e I a.C., porém Ptolomeu II pode ter comissionado pelo menos a tradução do Pentateuco (os cinco primeiros livros).
A septuaginta não foi bem recebida por todos os judeus. "Foi um dia tão abominável para Israel quanto o dia da confecção do bezerro de ouro, pois é impossível traduzir a Torá com exatidão" (Massekhet Sopherim - Tratado para Escribas 35a, Regra 1.7).
A Septuaginta é uma obra de valor inestimável. Depois das conquistas de Alexandre, o Grande (336-323 a.C.), o grego se torno língua oficial do Egito, Síria e outras regiões da parte oriental do Mediterrâneo. A Septuaginta passou a ser a Bíblia dos judeus que moravam fora da Palestina e, como os alexandrinos, não falavam mais o hebraico. As Escrituras se tornaram acessíveis não apenas para os judeus que não falavam mais a língua de seus ancestrais, mas também para todo o mundo de fala grega. Como Bíblia da igreja cristã primitiva de fala grega a Septuaginta é citada com frequência no Novo Testamento.
Artigo retirado do livro Atlas Histórico e Geográfico da Bíblia / Paul Lawrence - Editora SBB, 2008
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
O TRAJETO DO TABERNÁCULO
Alguma vez você já se perguntou onde foram parar os objetos do Tabernáculo de Deus após o assentamento dos israelitas na terra de Canaã?
Veja essas dezessete referências e esclareça a pergunta:
- DO SINAI À CONSTRUÇÃO DO PRIMEIRO TEMPLO -
1. Todos os itens do Tabernáculo foram construídos num período aproximado de 10 meses, durante o acampamento dos israelitas no Sinai (Ex 25-31, 35-40);
2. Após 1 ano 2 meses e 20 dias o povo desarmou o Tabernáculo e carregou-o na jornada até a terra prometida (Nm 10.11, 17);
3. Após 40 anos, quando chegaram à beira do Jordão, o povo mostra que os objetos realmente estavam sendo levados (Js 3.1-17);
4. No final do período de Juízes, aproximadamente 300 anos depois, o Tabernáculo estava na cidade de Siló (1Sm 1.3,9);
5. Nessa época os israelitas entraram em confronto com os filisteus e Hofni e Finéias, filhos do sacerdote Eli, levaram a Arca da Aliança para o campo de batalha (1Sm 4.3-5);
6. Ao vencer os israelitas, os filisteus roubaram a Arca e dirigiram-se para conquistar a cidade de Siló (1Sm 4.10-11);
7. Para defender o restante dos itens do Tabernáculo, os israelitas levaram as peças para a cidade de Gibeão (1Cr 21.29);
8. Os filisteus enviaram a Arca roubada para sua cidade de Asdode (1Sm 5.1);
9. Por recair maldição sobre seus moradores, levaram-na para a cidade de Gate, fazendo-a passar por Gaza e Asquelom (1Sm 5.8; 6.17);
10. Por recair maldição também sobre esses moradores, enviaram a Arca para a cidade de Ecrom (1Sm 5.10);
11. Após serem amaldiçoados por sete meses ao todo, os filisteus devolveram a Arca e ela foi levada pelos bois até a cidade de Bete-Semes (1Sm 6.10-12);
12. Setenta levitas de Bete-Semes foram mortos pois olharam para dentro da Arca da Aliança e por isso enviaram-na para Quiriate-Jearim (1Sm 6.19-21);
13. Em Quiriate-Jearim a Arca ficou na casa de Abinadabe por 20 anos (1Sm 6.1; 7.1-2);
14. Quando Davi conquistou a cidade de Jerusalém, tentou levá-la para lá, mas com a morte de Uzá, a Arca acabou passando 3 meses com Obede-Edom (1Cr 13.5-14);
15. Após esses 3 meses, Davi levou-a definitivamente a Jerusalém (1Cr 15.25-29; 2Cr 1.4);
16. Quando Salomão assumiu o reinado, trouxe o restante dos itens do Tabernáculo que estavam em Gibeão para Jerusalém (2Cr 1.1-6);
17. Em posse do Tabernáculo e da Arca, Salomão constrói o Templo (1Rs 6.1; 2Cr 3.1-2).
2. Após 1 ano 2 meses e 20 dias o povo desarmou o Tabernáculo e carregou-o na jornada até a terra prometida (Nm 10.11, 17);
3. Após 40 anos, quando chegaram à beira do Jordão, o povo mostra que os objetos realmente estavam sendo levados (Js 3.1-17);
4. No final do período de Juízes, aproximadamente 300 anos depois, o Tabernáculo estava na cidade de Siló (1Sm 1.3,9);
5. Nessa época os israelitas entraram em confronto com os filisteus e Hofni e Finéias, filhos do sacerdote Eli, levaram a Arca da Aliança para o campo de batalha (1Sm 4.3-5);
6. Ao vencer os israelitas, os filisteus roubaram a Arca e dirigiram-se para conquistar a cidade de Siló (1Sm 4.10-11);
7. Para defender o restante dos itens do Tabernáculo, os israelitas levaram as peças para a cidade de Gibeão (1Cr 21.29);
8. Os filisteus enviaram a Arca roubada para sua cidade de Asdode (1Sm 5.1);
9. Por recair maldição sobre seus moradores, levaram-na para a cidade de Gate, fazendo-a passar por Gaza e Asquelom (1Sm 5.8; 6.17);
10. Por recair maldição também sobre esses moradores, enviaram a Arca para a cidade de Ecrom (1Sm 5.10);
11. Após serem amaldiçoados por sete meses ao todo, os filisteus devolveram a Arca e ela foi levada pelos bois até a cidade de Bete-Semes (1Sm 6.10-12);
12. Setenta levitas de Bete-Semes foram mortos pois olharam para dentro da Arca da Aliança e por isso enviaram-na para Quiriate-Jearim (1Sm 6.19-21);
13. Em Quiriate-Jearim a Arca ficou na casa de Abinadabe por 20 anos (1Sm 6.1; 7.1-2);
14. Quando Davi conquistou a cidade de Jerusalém, tentou levá-la para lá, mas com a morte de Uzá, a Arca acabou passando 3 meses com Obede-Edom (1Cr 13.5-14);
15. Após esses 3 meses, Davi levou-a definitivamente a Jerusalém (1Cr 15.25-29; 2Cr 1.4);
16. Quando Salomão assumiu o reinado, trouxe o restante dos itens do Tabernáculo que estavam em Gibeão para Jerusalém (2Cr 1.1-6);
17. Em posse do Tabernáculo e da Arca, Salomão constrói o Templo (1Rs 6.1; 2Cr 3.1-2).
“O tabernáculo deu lugar no devido tempo a um símbolo mais permanente da habitação de Deus no meio de seu povo – o templo. O templo, por sua vez, deu lugar à expressão final e completa da presença de Deus, isto é, a pessoa de Jesus Cristo.”
Trecho retirado do livro “Revelação Messiânica no VT” de Gerard Van Groningen. Ano 1995
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
NOVA OPORTUNIDADE DE CURSO PARA 2015
Além do Estudo da Bíblia (Teologia Básica), agora você também pode estudar e entender AS PARÁBOLAS DE JESUS.
Uma das grandes formas de ensino de Jesus foram as parábolas. Elas soavam como um grande mistério para alguns mas eram claras e objetivas para outros. Hoje, quase 2 mil anos depois, ainda sentimos dificuldade em compreendê-las por completo. Por que?
Nesse curso estudaremos quase todas as parábolas de Jesus. Por que Jesus utilizou esse tipo de ensino? O que Ele quis ensinar em cada uma delas? Como podem ser aplicadas ainda hoje?
Nesse curso estudaremos quase todas as parábolas de Jesus. Por que Jesus utilizou esse tipo de ensino? O que Ele quis ensinar em cada uma delas? Como podem ser aplicadas ainda hoje?
CURSO TOTALMENTE GRATUITO! VOCÊ NÃO PAGA NEM O MATERIAL!
Duração de um semestre (20 aulas).
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA 2015!!
AGORA É OFICIAL!
Aproveite essa grande oportunidade de estudar a Bíblia de forma simples e pura.
CURSO TOTALMENTE GRATUITO! VOCÊ NÃO PAGA NEM O MATERIAL!
Duração de um semestre (20 aulas).
Não pregamos religiões e nem denominações.
Entenda a Bíblia sem a influência de doutrinas humanas.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Curiosidades sobre o livro de Salmos
Entre os 150 capítulos do livro de Salmos existem várias subdivisões que podem ser realizadas para nos ajudar a compreender a natureza de criação de cada um deles.
Uma dessas subdivisões é o grupo de 15 salmos (120 ao 134) chamado "Cântico das Subidas" ou "Cântico Gradual".
Esses 15 salmos eram hinos que os peregrinos cantavam em suas viagens anuais a Jerusalém, a fim de participarem das grandes festas judaicas. Esses hinos ganharam o título de "Cântico das Subidas" pelo fato de Jerusalém ser uma cidade situada a 750m acima do nível do mar.
Assim, os peregrinos subiam os degraus (ou níveis) para chegarem à cidade sagrada onde seriam realizadas as festividades.
Uma dessas subdivisões é o grupo de 15 salmos (120 ao 134) chamado "Cântico das Subidas" ou "Cântico Gradual".
Esses 15 salmos eram hinos que os peregrinos cantavam em suas viagens anuais a Jerusalém, a fim de participarem das grandes festas judaicas. Esses hinos ganharam o título de "Cântico das Subidas" pelo fato de Jerusalém ser uma cidade situada a 750m acima do nível do mar.
Assim, os peregrinos subiam os degraus (ou níveis) para chegarem à cidade sagrada onde seriam realizadas as festividades.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
FIQUE ATENTO! EM BREVE ABRIREMOS AS INSCRIÇÕES PARA 2015
Ao mesmo tempo que caminhamos para a conclusão do curso nesse semestre de 2014, nos aproximamos das novas vagas que abrirão para 2015.
Estudo da Bíblia, totalmente gratuito!!
Sem defesa de religiões ou denominações. Estude as Escrituras em sua pureza original.
Ainda teremos novidades em 2015 com oportunidade de novos cursos!
Visite-nos em breve para conferir as novidades!
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Ainda teremos novidades em 2015 com oportunidade de novos cursos!
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