quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O TRAJETO DO TABERNÁCULO

Alguma vez você já se perguntou onde foram parar os objetos do Tabernáculo de Deus após o assentamento dos israelitas na terra de Canaã? 
Veja essas dezessete referências e esclareça a pergunta:

- DO SINAI À CONSTRUÇÃO DO PRIMEIRO TEMPLO -

1. Todos os itens do Tabernáculo foram construídos num período aproximado de 10 meses, durante o acampamento dos israelitas no Sinai (Ex 25-31, 35-40);
2. Após 1 ano 2 meses e 20 dias o povo desarmou o Tabernáculo e carregou-o na jornada até a terra prometida (Nm 10.11, 17);
3. Após 40 anos, quando chegaram à beira do Jordão, o povo mostra que os objetos realmente estavam sendo levados (Js 3.1-17);
4. No final do período de Juízes, aproximadamente 300 anos depois, o Tabernáculo estava na cidade de Siló (1Sm 1.3,9);
5. Nessa época os israelitas entraram em confronto com os filisteus e Hofni e Finéias, filhos do sacerdote Eli, levaram a Arca da Aliança para o campo de batalha (1Sm 4.3-5);
6. Ao vencer os israelitas, os filisteus roubaram a Arca e dirigiram-se para conquistar a cidade de Siló (1Sm 4.10-11);
7. Para defender o restante dos itens do Tabernáculo, os israelitas levaram as peças para a cidade de Gibeão (1Cr 21.29);
8. Os filisteus enviaram a Arca roubada para sua cidade de Asdode (1Sm 5.1);
9. Por recair maldição sobre seus moradores, levaram-na para a cidade de Gate, fazendo-a passar por Gaza e Asquelom (1Sm 5.8; 6.17);
10. Por recair maldição também sobre esses moradores, enviaram a Arca para a cidade de Ecrom (1Sm 5.10);
11. Após serem amaldiçoados por sete meses ao todo, os filisteus devolveram a Arca e ela foi levada pelos bois até a cidade de Bete-Semes (1Sm 6.10-12);
12. Setenta levitas de Bete-Semes foram mortos pois olharam para dentro da Arca da Aliança e por isso enviaram-na para Quiriate-Jearim (1Sm 6.19-21);
13. Em Quiriate-Jearim a Arca ficou na casa de Abinadabe por 20 anos (1Sm 6.1; 7.1-2);
14. Quando Davi conquistou a cidade de Jerusalém, tentou levá-la para lá, mas com a morte de Uzá, a Arca acabou passando 3 meses com Obede-Edom (1Cr 13.5-14);
15. Após esses 3 meses, Davi levou-a definitivamente a Jerusalém (1Cr 15.25-29; 2Cr 1.4);
16. Quando Salomão assumiu o reinado, trouxe o restante dos itens do Tabernáculo que estavam em Gibeão para Jerusalém (2Cr 1.1-6);
17. Em posse do Tabernáculo e da Arca, Salomão constrói o Templo (1Rs 6.1; 2Cr 3.1-2).

“O tabernáculo deu lugar no devido tempo a um símbolo mais permanente da habitação de Deus no meio de seu povo – o templo. O templo, por sua vez, deu lugar à expressão final e completa da presença de Deus, isto é, a pessoa de Jesus Cristo.”
Trecho retirado do livro “Revelação Messiânica no VT” de Gerard Van Groningen. Ano 1995

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

NOVA OPORTUNIDADE DE CURSO PARA 2015

Além do Estudo da Bíblia (Teologia Básica), agora você também pode estudar e entender AS PARÁBOLAS DE JESUS.
Uma das grandes formas de ensino de Jesus foram as parábolas. Elas soavam como um grande mistério para alguns mas eram claras e objetivas para outros. Hoje, quase 2 mil anos depois, ainda sentimos dificuldade em compreendê-las por completo. Por que?
Nesse curso estudaremos quase todas as parábolas de Jesus. Por que Jesus utilizou esse tipo de ensino? O que Ele quis ensinar em cada uma delas? Como podem ser aplicadas ainda hoje? 
CURSO TOTALMENTE GRATUITO! VOCÊ NÃO PAGA NEM O MATERIAL!
Duração de um semestre (20 aulas).


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA 2015!!

AGORA É OFICIAL!
Aproveite essa grande oportunidade de estudar a Bíblia de forma simples e pura.
CURSO TOTALMENTE GRATUITO! VOCÊ NÃO PAGA NEM O MATERIAL!
Duração de um semestre (20 aulas).

Não pregamos religiões e nem denominações.
Entenda a Bíblia sem a influência de doutrinas humanas.



segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Curiosidades sobre o livro de Salmos

Entre os 150 capítulos do livro de Salmos existem várias subdivisões que podem ser realizadas para nos ajudar a compreender a natureza de criação de cada um deles.
Uma dessas subdivisões é o grupo de 15 salmos (120 ao 134) chamado "Cântico das Subidas" ou "Cântico Gradual".
Esses 15 salmos eram hinos que os peregrinos cantavam em suas viagens anuais a Jerusalém, a fim de participarem das grandes festas judaicas. Esses hinos ganharam o título de "Cântico das Subidas" pelo fato de Jerusalém ser uma cidade situada a 750m acima do nível do mar.
Assim, os peregrinos subiam os degraus (ou níveis) para chegarem à cidade sagrada onde seriam realizadas as festividades.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

FIQUE ATENTO! EM BREVE ABRIREMOS AS INSCRIÇÕES PARA 2015

Ao mesmo tempo que caminhamos para a conclusão do curso nesse semestre de 2014, nos aproximamos das novas vagas que abrirão para 2015.

Estudo da Bíblia, totalmente gratuito!!
Sem defesa de religiões ou denominações. Estude as Escrituras em sua pureza original.



Ainda teremos novidades em 2015 com oportunidade de novos cursos!

Visite-nos em breve para conferir as novidades!

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

DOUTRINA, QUAL A IMPORTÂNCIA DE CONHECÊ-LA?

Afinal, o que é "doutrina"?

A palavra "doutrina" tem sido muito utilizada no meio religioso, porém pouca verdade se sabe a respeito dela. Vamos esclarecer algumas questões:

Primeiro: a palavra "doutrina" foi traduzida do grego "didache" que significa "ensino, instrução, o ato de ensinar.".
Ou seja, quando falamos sobre "doutrina bíblica" ou "doutrina de Jesus" nos referimos ao ensino que Ele trouxe de Deus.

"...O meu ensino não é meu, e sim daquele que me enviou. Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus ou se eu falo por mim mesmo." (Jo 7:16-17)


Existem várias ou uma só?

Hoje, muitos dizem: "- A doutrina da minha igreja é diferente da doutrina daquela igreja". Isso significa na verdade que ambas as igrejas possuem seus próprios ensinos e por consequência nenhuma delas possui o ensino de Jesus.

Devemos praticar a doutrina dada por Jesus, e não as regras e costumes criados pelos homens ao longo dos anos.
O ser-humano pensa que tem o direito de introduzir novos ensinos à Palavra de Deus. Jesus afirmou que nem mesmo Ele trazia a doutrina de si mesmo, mas do Pai.
Devemos seguir o exemplo de Cristo, permanecendo sob a vontade de Deus. Deixar de lado o ensino de Jesus significa virar as costas para Deus (Gl 1:8). Acrescentar algo ao ensino de Jesus significa colocar-se no lugar de Deus (Ap 22:18-19)!

A Palavra de Deus é perfeita e interpreta-se a si mesma.

"Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho." (2Jo 9)

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Viver PARA o evangelho ou viver DO evangelho?

Entre essas duas pequenas palavras há uma enorme diferença. Podemos explicar essa diferença através da Bíblia e também através da história. Veja:

Viver PARA o evangelho é amar a mensagem da boa notícia a respeito de Jesus. É entregar sua vida e seu tempo em favor do reino de Deus e das almas que podem ser resgatadas. É servir em tudo sem esperar nada em troca.
Já o viver DO evangelho pode até envolver o amor e a entrega, porém tudo será feito com o interesse de receber algo em troca.
Resumindo, a grande diferença entre o PARA e o DO, está justamente na condição que você coloca para anunciar o evangelho: Quanto receberei para fazer isso?

Vejamos alguns exemplos bíblicos de “viver PARA o evangelho”:
Jesus, nosso modelo supremo, nunca jamais exigiu nenhum centavo por seu ensino ou por seu sacrifício. Ele jamais esperou algo em troca, senão a fé daqueles que o ouviam. Outro exemplo é o apóstolo Paulo que viajou e pregou sem cobrar nada, tendo por vezes que exercer tarefas remuneradas para obter seu sustento (At 18.1-3), mas que na maioria do tempo contava apenas com o cuidado daqueles que queriam ajudá-lo (Fl 4.10-19). Paulo afirma claramente Não que eu procure o donativo, mas o que realmente me interessa é o fruto que aumente o vosso crédito.”
Ele não estava atrás de dinheiro por sua pregação, mas sim de pessoas dispostas à transformação.

Exemplos de “viver DO evangelho”:
Nos dias de hoje vemos "pregadores" que cobram para ir nas igrejas passar uma mensagem. Outros lançam cds ou livros e cobram direitos autorais sobre eles e ainda afirmam ser "expressamente proibido o uso ou a reprodução sem autorização do autor". Imagine se Paulo tivesse usado esses mesmos parâmetros ao escrever suas cartas? Não poderíamos usar hoje nenhum de seus textos sem antes conseguirmos autorização prévia e também pagar direitos pelo uso desse material. Consegue imaginar como seria?
Essas pessoas que vendem a mensagem de Deus, veem no evangelho um meio de sustento. Se você se recusar a pagá-lo, ele se recusa a levar a mensagem, ou se recusa a fazer seu show, ou se recusa a dar-lhe o livro que escreveu...

Enxergou a diferença?
Quem vive PARA o evangelho não coloca condições para anunciar a mensagem de salvação, mas quem vive DO evangelho, esse coloca e muitas vezes essas condições ($$) não são baratas.

Mas não foi assim desde o princípio (parafraseando Jesus (Mt 19.8c)). As Escrituras nos dão o exemplo do “de graça recebeste, de graça dai” (Mt 10.7c), pois elas são livres de direitos autorais e assim dão liberdade para que todos a usem, gratuitamente.
As Escrituras afirmam que o bom presbítero é merecedor de salário dobrado (1Tm 5.17-18) e isso é incontestável. Exemplos aprovados também mostram que o cuidado com os mensageiros é algo agradável a Deus, como afirmou Paulo ao Filipenses em Fp 4.18. Essa ação de cuidado foi aprovada pelos apóstolos, mas eles jamais pregaram o evangelho em troca de sustento. Ao contrário, mesmo que o sustento não aparecesse, eles estavam lá para fazer a vontade de Deus. Trabalhavam independente daquilo que poderiam ganhar.

Essa é a diferença entre viver PARA o evangelho e viver DO evangelho. Ao contrário de Jesus e dos apóstolos, muitos dos “mensageiros” de hoje cobram pelo ensino, pela informação, por seus talentos, e ainda exigem que você peça a eles autorização antes de usar qualquer uma de suas composições. Paulo nunca cobrou por uma de suas cartas e nem centralizou em si mesmo a autoridade sobre elas. Ele exortava as igrejas para que lessem e trocassem as cartas entre si livremente (Cl 4:16).


Se aceitássemos que esse sistema atual está correto, então só nos restaria uma pergunta: Onde estão os descendentes dos escritores bíblicos para receberem os seus direitos autorais?