quarta-feira, 4 de junho de 2014
domingo, 1 de junho de 2014
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Iniciando o esclarecimento sobre a genealogia de Jesus.
As 3 imagens desse post apresentam um texto introdutório. Leia-o pois essas informações serão valiosas posteriormente, quando apresentarmos as 4 teorias propriamente ditas.
Fonte:
Harmonia dos Evangelhos - Robert Thomas e Stanley Gundry
SP - Ed. Vida, 2007
Fonte:
Harmonia dos Evangelhos - Robert Thomas e Stanley Gundry
SP - Ed. Vida, 2007
domingo, 25 de maio de 2014
A genealogia de Jesus
Você já reparou que existem dois textos bíblicos que descrevem a genealogia de Jesus?
Já reparou também que eles são completamente diferentes?
Para muitos essa diferença é apontada como uma contradição das Escrituras, porém existem muitas teorias que dão luz a essa questão e nos ajudam a entender os textos de Mateus 1 e Lucas 3.
Claro que nosso foco não é observar as listas de nomes de antepassados, pois o próprio apóstolo Paulo disse para não nos prendermos a isso (1Tm 1:4; Tt 3:9). Porém, entender a genealogia de Jesus é interessante porque nos prova que Ele era o herdeiro legal do trono Davidico; com isso todas as profecias do Antigo Testamento a respeito da vinda do Messias convergem diretamente em Jesus Cristo.
A partir dessa semana apresentaremos 4 teorias para expor essa diferença dos textos de Mateus e Lucas e com certeza elas nos farão confiar ainda mais na infalibilidade das Escrituras.
Visite-nos diariamente para conhecer essas teorias.
Já reparou também que eles são completamente diferentes?
Para muitos essa diferença é apontada como uma contradição das Escrituras, porém existem muitas teorias que dão luz a essa questão e nos ajudam a entender os textos de Mateus 1 e Lucas 3.
Claro que nosso foco não é observar as listas de nomes de antepassados, pois o próprio apóstolo Paulo disse para não nos prendermos a isso (1Tm 1:4; Tt 3:9). Porém, entender a genealogia de Jesus é interessante porque nos prova que Ele era o herdeiro legal do trono Davidico; com isso todas as profecias do Antigo Testamento a respeito da vinda do Messias convergem diretamente em Jesus Cristo.
A partir dessa semana apresentaremos 4 teorias para expor essa diferença dos textos de Mateus e Lucas e com certeza elas nos farão confiar ainda mais na infalibilidade das Escrituras.
Visite-nos diariamente para conhecer essas teorias.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Na era do IMEDIATISMO.
É, os tempos realmente mudaram. Há apenas duas décadas atrás a tecnologia ainda não havia dominado tanto a vida das pessoas. Mesmo sem tantas facilidades como o celular ou a internet, todos tinham mais tempo de sobra. As pessoas se encontravam ou pelo menos ligavam umas para as outras quando tinham um assunto para conversar.
A realidade hoje é bem diferente. Mesmo com todos esses facilitadores que a tecnologia nos oferece, ainda sim não encontramos tempo para nada. Parece que sempre estamos atrasados. Sem tempo para nos encontrar ou pelo menos ligar para nossos queridos amigos. O século XXI está sendo a era dos relacionamentos distantes. Basta um e-mail, uma mensagem no facebook ou whatsup...
Se nossos relacionamentos humanos estão assim, o que dizer então do relacionamento com Deus?
Grande parte dos jovens de hoje não quer ler mais do que uma dúzia de palavras. Se você deseja passar uma mensagem para a juventude de hoje, precisa fazer isso da maneira mais resumida possível. Coloque também uma imagem de fundo para chamar a atenção. Infelizmente é assim. Não me arrisco em dizer que se você leu esse texto até aqui é porque tem provavelmente mais de 30 anos.
Imagine então: Essa juventude vivendo a era de imediatismos em que tudo deve ser feito pra ontem, como irão se interessar pelas Escrituras de Deus? Se não desejam ler um pequeno artigo de jornal, como lerão uma Bíblia completa com mais de 1000 páginas?
Há quem se arrisque em renovar as Escrituras para despertar interesse da garotada.... mas com certeza essa não é uma boa saída! O que eles precisam é aprender a gostar das coisas que Deus já estabeleceu.
A vontade do ser humano deve ser moldada à vontade de Deus e não o oposto.
Está aí um grande desafio aos pais e mães dessa geração. Não deixe seu pequeno(a) crescer alienado às novidades desse mundo. A tecnologia é sim muito útil e proveitosa, mas precisa ser usada com sabedoria!
"Ensina a criança no caminho em que deve andar,
e, ainda quando for velho, não se desviará dele." (Pv 22:6)
A realidade hoje é bem diferente. Mesmo com todos esses facilitadores que a tecnologia nos oferece, ainda sim não encontramos tempo para nada. Parece que sempre estamos atrasados. Sem tempo para nos encontrar ou pelo menos ligar para nossos queridos amigos. O século XXI está sendo a era dos relacionamentos distantes. Basta um e-mail, uma mensagem no facebook ou whatsup...
Se nossos relacionamentos humanos estão assim, o que dizer então do relacionamento com Deus?
Grande parte dos jovens de hoje não quer ler mais do que uma dúzia de palavras. Se você deseja passar uma mensagem para a juventude de hoje, precisa fazer isso da maneira mais resumida possível. Coloque também uma imagem de fundo para chamar a atenção. Infelizmente é assim. Não me arrisco em dizer que se você leu esse texto até aqui é porque tem provavelmente mais de 30 anos.
Imagine então: Essa juventude vivendo a era de imediatismos em que tudo deve ser feito pra ontem, como irão se interessar pelas Escrituras de Deus? Se não desejam ler um pequeno artigo de jornal, como lerão uma Bíblia completa com mais de 1000 páginas?
Há quem se arrisque em renovar as Escrituras para despertar interesse da garotada.... mas com certeza essa não é uma boa saída! O que eles precisam é aprender a gostar das coisas que Deus já estabeleceu.
A vontade do ser humano deve ser moldada à vontade de Deus e não o oposto.
Está aí um grande desafio aos pais e mães dessa geração. Não deixe seu pequeno(a) crescer alienado às novidades desse mundo. A tecnologia é sim muito útil e proveitosa, mas precisa ser usada com sabedoria!
"Ensina a criança no caminho em que deve andar,
e, ainda quando for velho, não se desviará dele." (Pv 22:6)
segunda-feira, 14 de abril de 2014
sexta-feira, 14 de março de 2014
Aniquilamento, Reencarnação, Purgação ou Ressurreição? O que a Bíblia diz?
O QUE ENSINA A DOUTRINA DA RESSURREIÇÃO
1. Dois longos textos fundamentam e esclarecem a doutrina da ressurreição dos mortos – 1Coríntios 15 e 1Tessalonicenses 4.
2. Quando tivermos passado pela ressurreição, não seremos do mesmo modo que somos atualmente, pois já não haverá mais distinções sexuais (Marcos 12.18-27). Deste dado bíblico, é possível inferir que teremos um corpo diferente do que temos agora.
3. Todos, bons e maus, serão ressurretos (João 5.28-29; Apocalipse 20.11-15).
B. O DESTINO ETERNO DOS INJUSTOS
1. O Inferno, o destino dos que não aceitaram a salvação dada por Deus, é sempre descrito como eterno. Desta forma, a ideia de uma ressurreição para depois ficar sob vergonha e horror eterno adapta-se perfeitamente ao relato bíblico (Daniel 12.2).
2. As imagens de destruição associadas com o futuro dos incrédulos não falam de aniquilamento, mas de contínua e ininterrupta catástrofe (Este é o sentido de 2Tessalonicenses 1.9 etc.).
C. O DESTINO ETERNO DOS JUSTOS
1. O Céu, como destino dos salvos, é sempre descrito como eterno. As mesmas palavras com respeito ao tempo e duração são usadas para descrever a salvação e a condenação: ambas são eternas.
2. Para desfrutar de um estado eterno, existe a necessidade de uma transformação do corpo pela ressurreição.
3. A ideia de um estado bem-aventurado de “almas desencarnadas” nunca é ensinado no Novo Testamento como o destino final do povo de Deus. A ressurreição significa que todo o indivíduo será resgatado e virá a viver com Deus.
CONCLUSÃO
As teorias que estudamos nesta lição são muito populares. A teoria do aniquilamento é popular, pois ajuda muitos a pensar que não há perigo além da morte: as únicas coisas a temer são as que levam à morte. As outras duas teorias, tanto a da reencarnação como a do purgatório, são parte das chamadas “teorias da segunda chance”: se não deu certo nesta vida, depois terá outra chance – certamente, muitos gostam de tais ideias. Contudo apesar das teorias humanas serem agradáveis, não são verdadeiras. O primeiro erro da humanidade foi acreditar que “É certo que não morrereis!” (Gn 3:4). Vamos tomar muito cuidado com o que é agradável ao ouvido, mas afastado da verdade.
Fonte:
A Vida Após a Morte: um estudo da escatologia do Novo Testamento (2ª. Edição) /
Álvaro César Pestana – Campo Grande, MS – Editor: Álvaro César Pestana, 2010.
1. Dois longos textos fundamentam e esclarecem a doutrina da ressurreição dos mortos – 1Coríntios 15 e 1Tessalonicenses 4.
2. Quando tivermos passado pela ressurreição, não seremos do mesmo modo que somos atualmente, pois já não haverá mais distinções sexuais (Marcos 12.18-27). Deste dado bíblico, é possível inferir que teremos um corpo diferente do que temos agora.
3. Todos, bons e maus, serão ressurretos (João 5.28-29; Apocalipse 20.11-15).
B. O DESTINO ETERNO DOS INJUSTOS
1. O Inferno, o destino dos que não aceitaram a salvação dada por Deus, é sempre descrito como eterno. Desta forma, a ideia de uma ressurreição para depois ficar sob vergonha e horror eterno adapta-se perfeitamente ao relato bíblico (Daniel 12.2).
2. As imagens de destruição associadas com o futuro dos incrédulos não falam de aniquilamento, mas de contínua e ininterrupta catástrofe (Este é o sentido de 2Tessalonicenses 1.9 etc.).
C. O DESTINO ETERNO DOS JUSTOS
1. O Céu, como destino dos salvos, é sempre descrito como eterno. As mesmas palavras com respeito ao tempo e duração são usadas para descrever a salvação e a condenação: ambas são eternas.
2. Para desfrutar de um estado eterno, existe a necessidade de uma transformação do corpo pela ressurreição.
3. A ideia de um estado bem-aventurado de “almas desencarnadas” nunca é ensinado no Novo Testamento como o destino final do povo de Deus. A ressurreição significa que todo o indivíduo será resgatado e virá a viver com Deus.
CONCLUSÃO
As teorias que estudamos nesta lição são muito populares. A teoria do aniquilamento é popular, pois ajuda muitos a pensar que não há perigo além da morte: as únicas coisas a temer são as que levam à morte. As outras duas teorias, tanto a da reencarnação como a do purgatório, são parte das chamadas “teorias da segunda chance”: se não deu certo nesta vida, depois terá outra chance – certamente, muitos gostam de tais ideias. Contudo apesar das teorias humanas serem agradáveis, não são verdadeiras. O primeiro erro da humanidade foi acreditar que “É certo que não morrereis!” (Gn 3:4). Vamos tomar muito cuidado com o que é agradável ao ouvido, mas afastado da verdade.
Fonte:
A Vida Após a Morte: um estudo da escatologia do Novo Testamento (2ª. Edição) /
Álvaro César Pestana – Campo Grande, MS – Editor: Álvaro César Pestana, 2010.
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